Por Sergio Batisteli – direto da redação
Com um ar de superioridade, um jovem rapaz em Los Angeles, estado da Califórnia diz que quase tudo que queria fazer na vida, já fez.
O jovem Nikki (Ashton Kutcher) entra num sofisticado restaurante francês e faz uma relação das mulheres que já transou. Conversa com uma loira de meia-idade, Samantha (Anne Heche), que o leva para sua mansão. Eles transam várias vezes, em muitos locais da casa e as cenas são bem tórridas. Samantha vai para Nova Iorque, ela permite que ele fique na casa dela. Nikki dá uma tremenda festa, convidando vários amigos e “amigas”.
Jogando Com Prazer (Spread, EUA – 2009, 97 min.) é um longa-metragem com os elementos dos filmes eróticos, que passam numa grande rede de televisão aberta de São Paulo, ou seja, às películas vão da comédia ao drama, sempre com muita sensualidade e erotismo. Até nos títulos essas obras lembram Jogando Com Prazer, como Intriga Sexual, O Jogo do Sexo, etc.
A diferença está basicamente no elenco com nomes que estão em evidência. O ator Ashton Kutcher que trabalhou nas grandes bilheterias Cara, Cadê Meu Carro? (2000), Efeito Borboleta (2004), Jogo de Amor em Las Vegas (2008), entre outros. A atriz Anne Heche participou de filmes conhecidos do grande público. Entre eles, Mera Coincidência (1997), Psicose (1998), Reencarnação (2004).
O diretor David Mackenzie não inova em nada a linguagem cinematográfica. A atuação dos atores é morna, o que acaba entediando o espectador, pois a trama dessa forma demora a se desenrolar.
Esse é apenas mais um filme entre tantos, que envolve triângulos amorosos, sem um compromisso criativo com o roteiro produzido por Hollywood.
Para os fãs de um cinema sensual que tem um elenco bonito fisicamente, óculos escuros à beira da piscina em mansão e cenas picantes, Jogando Com Prazer, acerta em cheio.
Crítica publicada no site Almanaque Virtual:
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=21312&tipo=2&cot=1












