Tintim por Spielberg

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Desenho de história em quadrinhos lembra ao espectador sobre a origem do longa-metragem que ele vai assistir. “Les Aventures de Tintin”, criada pelo quadrinista belga, Hergé em 1929. Em 2012, 83 anos depois de sua criação, a série de histórias em quadrinhos ganha uma versão nos cinemas em 3D.

As Aventuras de Tintim, O Segredo do Licorne (The Adventures of Tintin, The Secret of the Unicorn, EUA/ Nova Zelândia – 2011, 107mim.) marca a estreia do consagrado diretor Steven Spielberg nos filmes de animação. O diretor utiliza a mesma técnica de captura dos movimentos humanos em “Avatar” (2009), de James Cameron. Este método consiste em reproduzir movimentos e expressões de atores reais, como Tintim (Jamie Bell) e o Capitão Haddock (Andy Serkis). A atuação dos atores é computadorizada e depois transposta em animação.

Em uma feira Tintim compra um belo navio em miniatura e outras pessoas a todo custo também querem comprá-lo. Ele é avisado que se ficasse com ele sua vida correria perigo, mas Tintim não entende o motivo. A animação de Spielberg é bastante fiel aos personagens de Hergé. O cão Milu, os investigadores Dupont e Dupond, e o capitão Haddock.

Com o tradicional espírito jovial de aventura das obras de Spielberg, que há muitos anos conquista do mais jovem ao mais velho, “As Aventuras de Tintim” apresenta ótimas cenas de ação e perseguições. Os movimentos de câmera em 3D colocam o espectador para dentro da aventura com bastante proximidade. Como conseguiu, por exemplo, “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), proporciona um espetáculo visual.

A funcional e agradável trilha sonora é assinada pelo veterano e excelente compositor, John Williams. De “Tubarão” (1975), “Guerra nas Estrelas” (1977), “O Super-Homem” (1978), “E.T. – O Extraterrestre” (1982), entre outros sucessos mundiais.

“As Aventuras de Tintim” já rendeu frutos para Spielberg e o produtor Peter Jackson. O filme distribuído no Brasil pela Sony Pictures foi o vencedor do Globo de Ouro 2012 na categoria Melhor Animação, na premiação norte-americana.

Embora ainda estejamos em janeiro, este longa-metragem pode ser considerado um dos principais lançamentos do ano.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/as-aventuras-de-tintin-o-segredo-do-licorne/
Crítica publicada na Revista Pâncreas:
http://www.revistapancreas.com/tintim/

+ Trailer do filme +

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Espiões no jogo de xadrez

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Dois homens conversam em um restaurante, um deles corre e é baleado. Outras pessoas ao redor também são baleadas, inclusive uma mulher com um bebê no colo. Porém, o impactante início antes dos caracteres iniciais, irá contrastar com todo o metódico restante do filme.

O Espião que Sabia Demais (Tinker, Taylor, Soldier, Spy, Reino Unido/ França/ Alemanha – 2011, 127 min.) é o segundo longa-metragem do diretor sueco, Tomas Alfredson, depois do thriller de terror premiado e aclamado pela crítica “Deixe Ela Entrar” (2008).

O Espião que Sabia Demais“ narra uma história de espionagem baseada no best-seller homônimo do escritor britânico, John Le Carré. Ambientado nos anos 70, momento histórico em que a chamada Guerra Fria acirrava os ânimos mundiais. Em uma missão de espionagem na Hungria ocorrem falhas e resulta em uma série de mudanças na cúpula do comando dos serviços de inteligência britânicos. Um dos agentes afastados de suas funções é o agente George Smiley (Gary Oldman). Mas quando ele experimenta uma rotina de aposentado, é recrutado para liderar uma nova missão.

Contando com a ajuda de alguns agentes afastados, George passa a obter informações e junta às peças que levem ao traidor. Há suspeitas de que existe alguém infiltrado nos altos setores do serviço secreto e somente uma pessoa de fora pode descobrir. A partir daí, começa um minucioso jogo de xadrez que acontece entre os próprios agentes, para saber quem é o traidor.

O diretor consegue restaurar muito bem o cenário dos anos 70. Seja pelo figurino utilizado nos ternos dos agentes, através dos designs dos automóveis, nos ambientes de escritórios cercados de documentos em papéis e armários de ferro com cofres. E também, como era muito comum na época, fuma-se muito e em qualquer lugar.

O roteiro da dupla (Bridget O’Connor e Peter Straughan), inspirado em um livro possui um ritmo da narrativa bastante literária, notabilizada principalmente pelos diálogos.

“O Espião que Sabia Demais” gira em torno de um quebra-cabeça e o excesso de idas de vindas ao roteiro, pode cansar o espectador menos acostumado com o tipo de filme.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/o-espiao-que-sabia-demais/

+ Trailer do filme +

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Roubo nas alturas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Na cidade de Nova Iorque, Josh Kovacs (Ben Stiller) joga xadrez online em seu apartamento, arrumando-se para ir trabalhar. A trilha sonora de “filme de espionagem” na abertura do longa-metragem prepara os sentidos do espectador, para a trama estratégica que vem a seguir.

Roubo nas Alturas (Tower Heist, EUA – 2011, 110 min.) apresenta Josh, o gerente de um dos mais luxuosos e seguros prédios residenciais no Central Park. Nada escapa aos olhos atentos do gerente. Porém, Arthur Shaw (Alan Alda), morador da cobertura é sequestrado dentro do condomínio. Mas na verdade, trata-se da tentativa de fuga frustrada de Arthur, ele é um investidor fraudador da bolsa de Wall Street, preso pelo FBI.

Justamente por ser um grande investidor, Josh ainda sem saber quem realmente é o morador da cobertura, pede para Arthur investir as economias dele e dos funcionários do prédio. No entanto, o fraudador desvia todo o dinheiro aplicado do pessoal.

Com a inspiração de “Onze Homens e Um Segredo” (2001), na versão dos nossos saudosos ”Os Trapalhões” norte-americanos, Josh, se junta a outros funcionários roubados e conta com a colaboração de Slide (Eddie Murphy), um “professor” ladrão profissional. Slide ensina técnicas de crime à trupe de “justiceiros”, para recuperarem o dinheiro de volta.

Dois gêneros fundamentais conduzem o roteiro de “Roubo nas Alturas”: a comédia e o policial. O elenco de atores traz nomes conhecidos do grande público, como Eddie Murphy, Matthew Broderick e Ben Stiller. Mas Eddie Murphy está ótimo no papel de Slide. Graças à forma que o roteiro foi escrito para o seu personagem e pelo seu competente talento, que há um bom tempo não brilhava nas telas de cinema.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/roubo-nas-alturas/

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Lançamento do DVD: Quebrando o Tabu

Por Sergio Batisteli – direto da redação

Foto: Marcelo Marques
Fernando Grostein Andrade e Fernando Henrique Cardoso

Sem quebras

Na tela assistimos a uma linha do tempo que traça as posições ideológicas dos ex-presidentes norte-americanos Nixon, Carter e Reagan (1969 a 1989), em relação à questão das drogas nos seus governos. De maneira bem humorada presenciamos os primórdios do consumo de drogas pela humanidade, através da utilização de imagens em animação, até chegar ao problema do tráfico.

(Quebrando o Tabu – Brasil, 2011, 80 min.) propõe abrir um debate, sobre os diversos lados que estão envolvidos no polêmico tema das drogas. A idealização de fazer um documentário que abrangesse essa discussão partiu do jovem diretor, Fernando Grostein Andrade, de “Coração Vagabundo” (2009). “Quebrando o Tabu” foi filmado em oito países: Brasil, EUA, Colômbia, Argentina, Holanda, Portugal, França e Suíça.

O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso é acompanhado por uma câmera, em diversas cidades do mundo onde o problema das drogas é recorrente, como Rio de Janeiro, São Paulo, Bogotá, Washington, Los Angeles, Amsterdam, entre outras.

O documentário apresenta entrevistas com pessoas que tiveram experiências relacionadas ao assunto abordado, que vão desde usuários até ex-chefes de Estado. Bill Clinton, Jimmy Carter, Ruth Dreiffus, Paulo Coelho, Drauzio Varella, Ethan Nadelmann, Gael Garcia Bernal, são alguns dos entrevistados do filme. FHC vai até as escolas conversar com alunos. Eles levantam questionamentos sobre os critérios de controle da atual política antidrogas e alguns alunos apresentam novos caminhos a fim de tentar melhorar essa política.

O filme acerta na escolha estética de inserir entre algumas entrevistas, elementos que não cansam o espectador, como a animação e a forma que são colocadas as informações no GC (gerador de caracteres).

“Quebrando o Tabu” é um longa-metragem com diversas informações sobre o histórico relacionado ao assunto drogas, principalmente em outros países pela relevância dos entrevistados, graças aos contatos internacionais de FHC. Mas o filme deixa a desejar pela maneira embrionária e superficial referente à sua proposta, no sentido de quebrar tabu e debater o tema. Ou seja, o documentário não debate, apenas apresenta. Podemos traçar um paralelo com os documentários “Encontro com Milton Santos” (2007), “Utopia e Barbárie” (2010), “Tancredo, A Travessia” (2011) de Silvio Tendler, que diferentemente de Fernando Grostein Andrade, vai mais a fundo nos temos abordados nos filmes.

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Quebrando o Tabu
Disponível em DVD
Gênero: Documentário
Distribuição: Sony Pictures
Duração: 74 minutos
Idiomas: Português
Áudio: Dolby Digital 2.0
Preço sugerido: R$39,90

Extras:
- Making of
- Seleção de Cenas

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/colunas.jsp?idPost=2175
Crítica publicada no portal Livraria Cultura:
http://www.culturanews.com.br/culturaMinhaCasaDetalhe.aspx?textoID=599

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O terror por Almodóvar

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Uma mulher vestida de collant cor da pele tem o corpo todo coberto. Dentro de uma grande casa monitorada por câmeras, Vera (Elena Anaya) é mantida presa neste lugar. Na verdade a mansão El Cigarral, localizada na cidade de Toledo, Espanha esconde o laboratório do Dr. Robert Ledgard (Antonio Banderas).

A Pele que Habito (La Piel que Habito – Espanha, 2011, 133 min.) traz pela sexta vez e depois de 21 anos o trabalho do diretor Pedro Almodóvar junto com o ator Antonio Banderas. “Labirinto de Paixões” (1982), “Matador” (1986), “A Lei do Desejo” (1987), “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988) e “Ata-me!” (1990).

Dr. Robert é o cirurgião plástico responsável pelo aprisionamento de Vera, a cobaia humana usada para experimentos científicos, nas mãos do cirurgião. Ele desenvolve uma pele extremamente resistente no corpo vivo de sua experimentação. Na era dos reality shows, onde as pessoas vivem o deleite do voyeurismo, eles mantêm um relacionamento através do enorme monitor visto pelo quarto do cientista e a sua Vera sabe que é observada. Ela procura Robert para ter uma relação carnal, mostra-se apaixonada, mas ele resiste.

Em “A Pele que Habito”, o diretor segue com a criação de situações inusitadas, uma das suas características cinematográficas. Como a visita de um rapaz disfarçado vestido de tigre, na época de carnaval da Espanha. Zeca (Roberto Álamo) comete um crime e vai esconder-se na mansão e uma tragédia acontece no local.

A trama do longa-metragem foi adaptada do livro “Tarântula” (2011), do francês Thierry Jonquet. Almodóvar consegue transpor interpretações magistrais de Elena Anaya e Antonio Banderas. O diretor traz ainda, posições de câmeras detalhistas e um roteiro imprevisível baseado em três gêneros. O melodrama, a ficção cientifica e terror psicológico.

“A Pele que Habito” deixa uma forte mensagem: Cuidado com o que você faz, as cosequências podem ser irreversíveis! Os motivos desta mensagem não vão descrever aqui, para não tirar a principal surpresa do filme.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/a-pele-que-habito/
Crítica publicada na Revista Pâncreas:
http://www.revistapancreas.com/o-terror-por-almodovar/

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A travessia de um líder

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Milhares de pessoas na rua parecem participar de uma procissão. Mas, trata-se do enterro de Tancredo Neves. O olhar da câmera registra o povo brasileiro cantando o Hino Nacional e chorando copiosamente a morte do estadista. Imagens de telejornais registram o momento que entrou para a história do Brasil.

(Tancredo, A Travessia – Brasil, 2010, 90 min.) fecha a trilogia das cinebiografias de importantes presidentes brasileiros. “Os Anos JK – Uma Trajetória Política” (1980) e “Jango” (1984). O diretor Silvio Tendler utiliza o ficcional para contextualizar fatos históricos, ou seja, insere atores no documentário e ilustra como foi o suicídio de outra figura crucial para a política brasileira, Getúlio Vargas. O longa-metragem explica quais foram às relações entre Tancredo e Getúlio.

Durante todo o filme, Silvio traça um paralelo ao relacionar a vida política de Tancredo diretamente com a história recente do país. Exemplo disso é quando narra os bastidores do golpe militar de 64, como o general Castelo Branco foi eleito graças à influência de Tancredo e posteriormente revela o papel primordial do mineiro de São João Del Rei, na criação do MPB (Movimento Democrático Brasileiro).

Assim como, em “Utopia e Barbárie” (2010), os entrevistados são influentes personagens (atores, músicos, jornalistas, políticos, escritores etc.) Na edição, em vários momentos a palavra é concedida ao próprio Tancredo.

O ritmo da narrativa do documentário não é monótono, um dos elementos fundamentas para dinamizar a vida do estadista é a trilha sonora. Silvio constrói um filme com inúmeras fotos de arquivos, várias capas de jornais da época e um denso trabalho de pesquisa.

“Tancredo, A Travessia” tem a narração nas vozes de José Wilker, Christiane Torloni e Beth Goulart.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/colunas.jsp?idPost=2130
Crítica publicada no site Almanaque Virtual:
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=27846&tipo=2&cot=1
Crítica publicada na Revista Pâncreas:
http://www.revistapancreas.com/a-travessia-de-um-lider/

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A fórmula das trocas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Dave (Jason Bateman) acorda desesperadamente com o choro estridente de seus gêmeos no meio da noite. Ainda sonolento por ser acordado com um susto, ele passa por enormes dificuldades para trocar as fraldas dos pequenos.

No dia seguinte, Dave conversa com o amigo Mitch (Ryan Reynolds), um solteirão “boa vida” e a dupla marca uma balada em um bar à noite. Mitch é um “pegador” sem escrúpulos, anda cansado desta descompromissada rotina. Dave que é um responsável e sério advogado está entediado com a vida pacata e sexualmente previsível de marido acomodado.

Eu Queria Ter a Sua Vida (The Change-Up, EUA – 2011, 113 min.) conta com a mesma dupla de roteiristas Jon Lucas e Scott Moore de “Se Beber, Não Case” (2009) e com o diretor David Dobkin de “Penetras Bons de Bico” (2005).

“Eu Queria Ter a Sua Vida” Segue à linhagem de comédias como ”Um Espírito Baixou Em Mim” (1984), “Quero Ser Grande” (1988), “Se Eu Fosse Você” (2006), “17 Outra Vez” (2009) e os amigos trocam de corpos.

Daí em diante o roteiro do filme proporciona as conhecidas e previsíveis confusões, que o espectador está acostumado a assistir nestas comédias.

O longa-metragem possui uma narrativa polêmica e ousada, mas na verdade faz humor politicamente correto como, por exemplo, quando os amigos trocam de corpos, um não transa com a mulher do outro.

Por mais inusitado que possa parecer em um filme feito para não pensarmos em nenhum problema filosófico, “Eu Queria Ter a Sua Vida”, leva de certa forma o espectador, principalmente masculino, a refletir sobre algumas questões.

Quais as vantagens e desvantagens de ser solteiro ou casado? Qual é o melhor caminho a ser seguido, o da responsabilidade ou fazer somente aquilo que se tem vontade? Ou ainda, por que a maioria das pessoas só dá valor às coisas quando elas perdem?

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/colunas.jsp?idPost=2098

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O zelador animal

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Griffin Keyes (Kevin James) e Stephanie (Leslie Bibb) estão em uma bela praia, num clima romântico armado por Griffin. Bilhetinho com pedido de casamento dentro de uma garrafa achada pela Stephanie na areia, banda de mariachis, fogos de artifício etc. Mas ela não aceita a proposta por causa da profissão do rapaz, que é zelador de um zoológico e o plano de Griffin não atinge o sonhado objetivo.

O Zelador Animal (The Zookeeper, EUA – 2010, 102 min.) segue a linha de vários longas-metragens de animais que falam com os humanos, como vencedor do Oscar de Melhor Filme “O Fantástico Dr. Dolittle” (1967), a refilmagem “Dr. Dolittle” (1998), entre outros.

O roteiro de “O Zelador Animal” possui as tradicionais e conhecidas artimanhas dos “filmes família” produzidos por Hollywood. Artimanhas que agradam a muitos espectadores e desagradam outros tantos. Quando os animais descobrem que Griffin pode deixar o zoológico e mudar de emprego para casar-se com Stephanie, resolvem dar uma força para o carismático zelador. Através de conselhos e diálogo, os bichos tentam convencer o amigo a ficar no antigo cargo.

Uma das atrizes do elenco feminino é Rosario Dawson. É impressionante vermos a atriz na pela da doce e romântica Dra. Kate. Ela que já viveu personagens femininas fortes, violentas e impactantes. Como Gail em “Sin City – A Cidade do Pecado” (2005) e Abby “À Prova de Morte” (2007).

“O Zelador Animal” tem uma ótima trilha sonora em Pop/rock/soul/funk. Com nomes consagrados internacionalmente como Boston, EMF, Earth Wind & Fire, Barry White, KC & The Sunshine Band, The Commodores, Swayzak, entre outros. Embora o longa-metragem não tenha personagens infantis, deve agradar principalmente as crianças, pois a narrativa do filme é bastante atraente para os pequenos espectadores.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/o-zelador-de-animal/

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Um patrimônio brasileiro ameaçado por lei

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Nas belas paisagens do município mineiro do Serro, começa uma viagem que contextualiza para o resto do mundo, como era e qual é a atual situação da produção de queijo nas Gerais, da caseira à industrial. Com o recurso da narração em off, ou seja, quando um texto narrado por um locutor (Odilon Esteves), acompanha alguma ação em um filme ilustra parte da linguagem do documentário.

(O Mineiro e o Queijo, Brasil – 2011, HD, 72 min.) marca o sétimo longa-metragem do cineasta mineiro Helvécio Ratton, de “A Dança dos Bonecos” (1986), “Menino Maluquinho – O Filme” (1994), “Amor & Cia” (1998), “Uma Onda no Ar” (2002), “Batismo de Sangue” (2006) e “Pequenas Histórias” (2007).

Seguindo pela Serra da Canastra e o Alto Paranaíba, Helvécio apresenta diversas entrevistas com os produtores de queijo, historiadores, comerciantes, cooperativas, médicos veterinários, Ministério da Agricultura etc. Na década de 2000, os queijos comercializados na capital Belo Horizonte, tiveram que adequar-se as normas sanitárias por decreto lei. Alguns dos produtores concordaram com a lei, porque segundo eles a intenção não é ensinar a produzir queijo, mas utilizar a higiene no local de ordenha do leite fresco, conhecido também como leite cru.

A simplicidade na narrativa do roteiro usada no documentário aproxima-se com a simplicidade mostrada por Helvécio na fabricação do queijo. Sem ousadias ou novos experimentos. Em “O Mineiro e o Queijo”, o diretor opta por uma linguagem estética, que prioriza a discussão em mostrar os vários lados da proibição oficial da comercialização do queijo minas, para outros estados do Brasil. Atualmente, quase 30 mil famílias sobrevivem da fabricação do queijo artesanal em todo o estado. No entanto, tudo que envolve uma cultura de aproximadamente 300 anos está ameaçado.

O filme lança a seguinte pergunta: “O que é bom para os mineiros não é bom para o Brasil?”

“O Mineiro e o Queijo” é uma obra que trás informações, sobretudo para o espectador urbano, em sua maioria desconhecedora da cultura sobre a fabricação de um produto artesanal, aqui representado especificamente pelo queijo do interior de Minas Gerais.

Crítica publicada no site Almanaque Virtual:
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=27531&tipo=2&cot=1
Crítica publicada na Revista Pâncreas:
http://www.revistapancreas.com/um-patrimonio-brasileiro-ameacado-por-lei/

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Uma saída tradicional

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Pai e filho traçam uma disputada luta em uma bela casa, porém, não se trata de uma luta na relação de ódio entre eles, muito pelo contrário, pois eles se amam. O filho Nathan (Taylor Lautner) é um jovem inteligente, forte e muito habilidoso fisicamente. Embora Nathan seja um garoto bastante esperto, ele sofre de alguns problemas psicológicos e costuma ir ao consultório psiquiátrico da Dra. Bennett (Sigourney Weaver).

Sem Saída (Abduction, EUA – 2011, 106 min.) retrata basicamente o universo adolescente norte-americano da classe média atual, que apesar dos recentes problemas financeiros, os EUA ainda é uma país rico e desenvolvido. O cotidiano no colégio de ensino médio, insegurança com garotas, práticas de esportes, jogos de videogames etc. Mas Nathan não é um adolescente comum.

Quando Nathan vai fazer um trabalho escolar sobre crianças desaparecidas, ao lado da amiga, Karen (Lily Collins), depara-se com uma foto dele ainda criança na internet.

A partir daí, a indústria cinematográfica de Hollywood realiza tudo aquilo que sabe fazer e muito bem. Filmes de ação. Na tela o espectador embarca em incríveis explosões, perseguições automobilísticas, lutas plasticamente perfeitas, ritmo desenfreado na narrativa através de rápidos diálogos no roteiro. Esta narrativa é cortada com momentos de tranquilidade, para depois voltar a gerar uma quebra de ritmo e proporciona novas cenas de ação.

A alta tecnologia está presente no filme do início ao fim, com o uso de grandes marcas conhecidas também pelo público brasileiro.

Taylor Lautner está bem no papel do jovem protagonista, passa ao espectador a angústia de ter que lutar com o desconhecido e fazer justiça com as próprias mãos. “Sem Saída” é um longa-metragem que provavelmente vai agradar aos jovens fãs do cinema chamado de “Cinema Espetáculo”.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/sem-saida/

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Sem Saída estreia em 23 de setembro nos cinemas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Nathan Harper (Taylor Lautner) é um jovem que experimenta a estranha sensação de estar vivendo a vida de outra pessoa. A aventura começa quando ele descobre ter sido considerado desaparecido quando criança. Nathan passa a procurar sua verdadeira identidade com a ajuda da amiga Karen (Lily Collins). Mas sua tarefa não será fácil já que, além do mistério que envolve suas origens, alguém está querendo matá-lo sem poupar a vida de quem esteja ao redor dele.
“Sem Saída” chega aos cinemas dia 23 de setembro.

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Missão Madrinha de Casamento estreia em 23 de setembro nos cinemas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Sinopse – Divulgação
Annie (Kristen Wiig), uma madrinha de casamento cuja vida desmorona quando ela lidera sua melhor amiga, Lilian (Maya Rudolph) e um grupo de animadas damas de honra numa corrida maluca até o matrimônio. A vida de Annie está uma bagunça. Mas quando ela descobre que a melhor amiga de toda sua vida está noiva, ela simplesmente tem que ser a madrinha de Lilian. Apesar de estar apaixonada e dura, Annie segue fingindo durante rituais caros e bizarros. Com uma única chance de conseguir que tudo seja perfeito, ela irá mostrar para Lilian e para suas damas de honra o quão longe se pode ir por alguém que você ama.
“Missão Madrinha de Casamento” chega aos cinemas dia 23 de setembro.

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Promoção | Além da Estrada

Amigo blogonauta,
Quer ganhar três pares de ingressos para assistir o road movie “Além da Estrada” pela Rede Brazucah?

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Sinopse
Sem perspectivas, Santiago, um argentino próximo de seus trinta anos, decide ir ao Uruguai conhecer um terreno deixado por seus pais, mortos tragicamente alguns anos antes. Em sua chegada, ele encontra a jovem Juliette, uma belga em busca de um amor do passado e de uma nova vida.

O que parecia ser uma simples carona acaba se transformando em uma breve, porém intensa, jornada. Visitando paisagens e pessoas perdidas no tempo, eles dividem experiências que acabam por aproximá-los em uma relação de crescente afeto e ternura.

Quando chegam a Punta del Este, onde se hospedam na bela fazenda de Hugo, tio de Santiago, a proximidade e a atração entre os dois chega a seu ponto máximo. Mas as diferenças parecem falar mais alto quando o agitado e glamouroso universo do famoso balneario se interpõe entre eles. Sem avisar, Juliette deixa para trás essa nova aventura e retoma a busca por seu antigo amor.

Para ganhar os ingressos, basta curtir a página da Rede Brazucah no Facebook http://www.facebook.com/brazucah e segui-los no Twitter twitter.com@brazucah

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+ Trailer do filme +

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O Super Lobista está disponível nas locadoras

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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SINOPSE – Divulgação
Trata-se da história de Jack Abramoff (Kevin Spacey). Protagonista de uma série de escândalos, Abramoff é um lobista que ganhou fama por influenciar políticos de Washington em troca de favores e esquemas ilícitos que trouxeram prejuízos incalculáveis aos cofres públicos norte-americanos.

Distribuição: Vinny filmes
Elenco: Kevin Spacey, Barry Peper e Grahan Greene
Direção: George Hickenlooper
Gênero: Biografia
Minutagem: 108min.
País: Canadá
Ano de Produção: 2010
Idioma: Inglês

DVD
Formato de Tela: Widescreen Anamórfico
Legendas: Português e Inglês
Áudio: Inglês 2.0 e 5.1DD e Português 2.0 DD
BD
Formato de Tela: Widescreen Anamórfico
Legendas: Português e Inglês
Áudio: Inglês DTS HD MA 5.1 e Português 2.0 DD

Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/noticias.jsp?id=3327

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Larry Crowne – O amor está de volta estreia em 9 de setembro nos cinemas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Sinopse – Divulgação
Larry Crowne (Tom Hanks) era um líder nato na equipe da empresa em que trabalhava, mas a criste bateu à sua porta. Afundado em dívidas e precisando pagar a hipoteca de sua casa, ele volta à sala de aula para começar uma nova vida. Na aula de oratória, Larry desenvolve uma paixão inesperada por sua professora Mercedes Tainot (Julia Roberts), uma mulher que perdeu tanto a sua paixão por ensinar como a que sentia pelo marido. Este cara simples e carismático aprenderá uma lição: quando você pensa que tudo o que vale a pena já passou pela sua vida, descobrirá que sempre vai existir uma nova razão para viver.
Escrito e dirigido por Tom Hanks, uma produção de Gary Goetzman e Tom Hanks.
“Larry Crowne – O amor está de volta” chega aos cinemas dia 9 de setembro.

Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/noticias.jsp?id=3321

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Órfãos da Guerra está disponível nas locadoras

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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SINOPSE – Divulgação
Georg Hogg (Jonathan Rhys Meyers) é um jovem jornalista inglês, viaja para a China com o intuito de cobrir os acontecimentos da guerra. Ao testemunhar as atrocidades cometidas por tropas japonesas, pelas quais quase foi executado, é salvo por um guerrilheiro chinês (Yun-Fat Chow), e encaminhado a um refúgio numa antiga escola que abriga crianças órfãs. Com a ajuda de uma corajosa enfermeira australiana (Radha Mitchell), Hogg encara a maior e mais corajosa missão de sua vida : retirar todas as crianças do campo de batalha e levá-los a um lugar mais seguro. Uma jornada extraordinária por centenas de quilômetros através de montanhas cobertas de neve e um imperdoável deserto. Lançado ao longo do caminho, às mais inesperadas situações, este grupo de crianças descobre na dor a força da união e a capacidade de amar incondicionalmente.

Distribuição: Vinny filmes
Elenco: Jonathan Rhys Meyers, Radha Mitchell, Yun-Fat Chow e Michelle Yeoh
Direção: Roger Spottswoode
Gênero: Drama
Minutagem: 125min.
País: EUA e CHINA
Ano de Produção: 2008
Idioma: Inglês, Japonês e Mandarin

DVD
Formato de Tela: Widescreen Anamórfico
Legendas: Português e Inglês
Áudio: Inglês 2.0 e 5.1DD e Português 2.0 DD
BD
Formato de Tela: Widescreen Anamórfico
Legendas: Português e Inglês
Áudio: Inglês DTS HD MA 5.1 e Português 2.0 DD

Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/noticias.jsp?id=3326

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Promoção | Diário de Uma Busca

Amigo blogonauta,
Quer ganhar três pares de ingressos para assistir o documentário brasileiro “Diário de Uma Busca” pela Rede Brazucah?

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Sinopse
Outubro, 1984. Celso Castro, jornalista com uma longa história de militância de esquerda, é encontrado morto no apartamento de um ex-oficial nazista, onde entrou a força. A polícia sustenta que se trata de um suicídio. O episódio, digno de um filme de suspense, é o ponto de partida de Flavia, filha de Celso e diretora do filme que decide reconstruir a história da vida e da morte do homem singular que foi o seu pai.

É uma viagem no tempo e na geografia: a diretora volta a Porto Alegre, Santiago, Buenos Aires, Caracas e Paris, cenários do exílio familiar, da ilusão e do fracasso de um projeto político. O resultado é um documentário poderoso e comovente que combina magistralmente a intriga policial, os testemunhos de familiares e companheiros e o relato na primeira pessoa de uma infância vivida entre o exílio e a luta armada.

Para ganhar os ingressos, basta curtir a página da Rede Brazucah no Facebook http://www.facebook.com/brazucah e segui-los no Twitter twitter.com@brazucah

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+ Trailer do filme +

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Confiar estreia em 23 de setembro nos cinemas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Sinopse – Divulgação
Após pensar muito Will (Clive Owen) e Lynn (Catherine Keener) resolvem presentear sua filha Annie (Liana Liberato) com um computador. O casal está convencido de que havia criado seus três filhos em um ambiente aberto e saudável e que já poderia confiar em Annie. Quando Annie faz um novo amigo pela internet – um garoto de 16 anos chamado Charlie que ela conheceu num chat de relacionamento, Will e Lynn deram toda a atenção. Sentaram com a filha, conversaram sobre o assunto e viram as fotos que o menino tinha enviado. Quando Annie e Charlei marcam um encontro, sem que os pais dela saibam, o que acontecerá em apenas 24 horas irá mudar a família para sempre.
“Confiar” chega aos cinemas dia 23 de setembro.

Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
http://www.confrariadecinema.com.br/noticias.jsp?id=3316

+ Trailer do filme +

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Shadow – Na Escuridão está disponível nas locadoras do Brasil

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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SINOPSE – Divulgação
Um soldado retornando do serviço obrigatório no Iraque parte para uma aventura de mountain bike nos alpes para esquecer seu cansaço da batalha. Na floresta ele encontra um bela jovem estrangeira que conta para ele sobre um local onde teria sido um campo de experimentos nazista. Depois de se confrontarem com caçadores, o casal se refugia em um abrigo abandonado onde o soldado é forçado a suportar o pesadelo mais devastador que as experiências medonhas do Iraque.
TÍTULO ORIGINAL: Shadow
TÍTULO EM PORTUGUÊS: Shadow – Na Escuridão
ELENCO: Jake Muxworthy, Karina Testa, Chris Coppola, Emilio de Marchi, Nuot Arquint
DIREÇÃO: Federico Zampaglione
GÊNERO: Terror
ANO DE PRODUÇÃO: 2009
PAÍS DE ORIGEM: Itália

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Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
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Em um Mundo Melhor está disponível nas locadoras do Brasil

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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SINOPSE – Divulgação
Anton é um médico que divide sua vida em uma cidade da Dinamarca com o trabalho num campo de refugiados africanos. Nesses dois mundos distintos, ele e sua família enfrentam conflitos que os levam à difícil escolha entre a vingança e o perdão. Anton e sua esposa Marianne têm dois filhos pequenos e estão separados e brigando pelo divórcio. Elias, o filho mais velho de 10 anos, está sofrendo bullying na escola até ser defendido por Christian, um aluno novo recém chegado de Londres com o pai, Claus. A mãe de Christian faleceu recentemente em decorrência de um câncer e o garoto está muito tocado pela morte dela. Elias e Christian logo estabelecem um forte laço, mas quando Christian envolve Elias num perigoso ato de vingança com possíveis trágicas consequências, a amizade deles é colocada em jogo e suas vidas correm perigo. Por fim, são os pais que acabam ajudando os garotos a lidar com a complexidade das emoções humanas, com a dor e o gostar.

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TÍTULO ORIGINAL: In A Better World
TÍTULO EM PORTUGUÊS: Em um Mundo Melhor
ELENCO: Ulrich Thomsen, Mikael Persbrandt, Trine Dyrholm
DIREÇÃO: Susanne Bier
GÊNERO: Aventura
ANO DE PRODUÇÃO: 2010
PAÍS DE ORIGEM: Dinamarca
Nas versões DVD e Blu Ray Disc

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+ Trailer do filme +

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Deu a Louca na Chapeuzinho 2 | estreia em 2 de setembro nos cinemas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Sinopse – Divulgação
Dessa vez nossa heroína está treinando com uma organização secreta quando é chamada para ajudar a Agência de Espionagem Feliz Para Sempre a descobrir o paradeiro de João e Maria que desapareceram misteriosamente. A confusão começa quando Chapeuzinho percebe que terá que se unir ao Lobo Mau, a Vovózinha e ao pilhado esquilo Ligeirinho para salvar as crianças.
Com cópias disponíveis também em 3D, “Deu a Louca na Chapeuzinho 2″ chega aos cinemas dia 2 de setembro.

Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
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+ Trailer do filme +

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Hubble 3D estreia em 26 de agosto nos cinemas

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Sinopse – Divulgação
Da mesma equipe responsável pelo filme “IMAX Estação Espacial 3D”, “Hubble 3D” mostra a saga de maior sucesso no espaço desde o Pouso na Lua. Com imagens impressionantes em IMAX 3D feitas no espaço durante o conserto do telescópio Hubble, o filme nos leva a galáxias distantes causando impacto profundo na maneira como vemos o universo e a nós mesmos.
“Hubble 3D” chega aos cinemas dia 26 de agosto.

Notícia publicada no site Confraria de Cinema:
http://confrariadecinema.com.br/noticias.jsp?id=3286

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Detalhes de uma geração

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Através da passagem bíblica do livro de Jó 38-47 surgem pensamentos e reflexões sobre a natureza, em uma bela casa cercada de verde por todos os lados, no interior dos EUA. A perda irreparável de um dos filhos da família que mora no imóvel, é o estopim para as diversas questões que a obra aponta, entre elas está o sentido da vida.

A Árvore da Vida (Tree of Life, EUA – 2011, 138 min.) é o quinto filme do diretor norte-americano Terrence Malick, de “Terra de Ninguém” (1973), “Cinzas do Paraíso” (1978), “Além da Linha Vermelha” (1998) e “O Novo Mundo” (2005).

Em “A Árvore da Vida” Terrence faz o bom uso do silêncio em cenas com corte seco, como por exemplo, a sequência inicial do longa-metragem, quando após apresentar a casa da família interiorana, muda radicalmente para um ambiente urbano cercado de arranha-céus.

Além da aguçada sensibilidade na manipulação do som, a linguagem estética visual utilizada por Malick tem muito a dizer no longa-metragem. Impactantes contrastes de paisagens refletem a analogia de mundos diferentes. Um mundo criado pelos homens dos grandes prédios em tons cinza e preto, com o mundo criado pela natureza na predominância verde das grandes árvores.

As imagens dialogam com os pensamentos e sentimentos dos personagens do filme. Para expor ao espectador os intensos conflitos, no íntimo da personalidade introspectiva da Sra. O’ Brien (Jessica Chastain), Malick brinda os olhos da plateia.

Influenciado pelo ganhador do Oscar de Melhor Efeitos Especiais, Douglas Trumbell, pelo fantástico “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968). O diretor recorre à ajuda da equipe que trabalhou no longa-metragem do genial, Stanley Kubrick.

Constrói-se na tela um contexto maior de um universo atemporal e sem fronteiras. São imagens de grandes dimensões bidimensionais com sensação da proximidade do 3D. Os quatro elementos da natureza: a água, o ar, a terra e o fogo, parecem invadir nosso mundo físico.

O roteiro de Malick trás para as novas gerações, o conceito da tradicional família de classe média dos anos 50. Representada pelo Sr. O’ Brien (Brad Pitt), uma figura machista e controladora e a Sra. O’ Brien, uma mulher submissa e amorosa. Eles são pais presentes na criação dos filhos: severos, amorosos e religiosos. Certamente a chamada “Geração Y”, vai conhecer outro modo de criação familiar e viajar em um tempo que as crianças brincavam livremente nas ruas.

“A Árvore da Vida” estreia com 80 cópias espalhadas nas principais capitais do Brasil. O vencedor do Melhor Filme do Festival de Cannes 2011 faz parte da lista de filmes a serem sentidos. Assim como, “Metrópolis” (1927), “Limite” (1931), “A Vida é Bela” (1997), “A Fita Branca” (2009), entre outros.

Crítica publicada no site Confraria de Cinema:
http://confrariadecinema.com.br/links/filme/a-arvore-da-vida/

+ Trailer do filme +

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Caminhos de uma estrada histórica

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Na cidade mineira de Januária, uma senhora negra vestida de mãe de santo faz um ritual religioso. Um dos componentes utilizados por ela no cerimonial é uma garrafa cachaça. Cenas antigas de corte da cana-de-açúcar, seguida de uma trilha sonora com ritmos tribais, localizam o espectador para o caminho a ser percorrido.

(Estrada Real da Cachaça – Brasil, 2008, 98 min.) apresenta no século XXI, como está atualmente o percurso da antiga Estrada Real (ligação entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro), sempre com a presença da cultura da cachaça. Uma cultura que no passado inseriu uma mesma identidade social, entre o escravo e o senhor de engenho. Os dois consumiam a bebida e também comiam mandioca nas antigas fazendas.

Pedro Urano estreia o primeiro longa-metragem como diretor. Além, disso ele assina a fotografia e o roteiro do filme. A “Estrada Real da Cachaça” tem como umas das características, mostrar um Brasil que não aparece nos grandes meios de comunicação.

Através de imagens artisticamente distorcidas, o uso de preto e branco, o documentário de Pedro Urano, mescla o passado e o presente dos tropeiros. Homens que foram os condutores de tropas, chamadas de comitivas montadas a cavalo. Os tropeiros tiveram grande importância cultural, pois eles eram as fontes de informação e os veiculadores de notícias, entre os vilarejos e comunidades distantes umas das outras, em uma época em que praticamente não havia estradas no país.

Quando o diretor contextualiza visualmente, sobretudo nas entrevistas com os antigos tropeiros e lavadeiras, presenciamos a força do povo do interior. Como diria Euclides da Cunha, no livro “Os Sertões” (1902). “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. São senhores e senhoras lúcidos. Eles tomam à sua cachaça, sem o menor temor de que isso possa fazer algum mal, pelo contrário dão receitas de como se beneficiar com a bebida.

A excelente fotografia traduz a bela simplicidade, do processo de fabricação artesanal e fermentação da cachaça, onde muitas das cidades percorridas por este filme de estrada ainda é o mesmo, desde o Brasil colônia. Lavadeiras cantam cantigas do tempo do império. Nestes momentos temos a sensação da sétima economia do mundo, ter parado no tempo. Mas o documentário mostra também a nova geração que fabrica e consome a bebida alcoólica feita com cana-de-açúcar.

“Estrada Real da Cachaça” utiliza-se de argumentos fundamentados na história oficial e na pesquisa da cultura popular, realizada por Pedro Urano. Certamente a forma de o cineasta contar o percurso desta importante estrada brasileira, tenha sido responsável em receber os prêmios de Melhor Documentário do Festival do Rio e no Festival de Mar Del Plata, em 2008.

Crítica publicada no site Almanaque Virtual:
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=27149&tipo=2&cot=1
Crítica publicada no iG:
http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Cultura_Diversao+10442889.html

+ Trailer do filme +

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Sem quebras

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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Na tela assistimos a uma linha do tempo que traça as posições ideológicas dos ex-presidentes norte-americanos Nixon, Carter e Reagan (1969 a 1989), em relação à questão das drogas nos seus governos. De maneira bem humorada presenciamos os primórdios do consumo de drogas pela humanidade, através da utilização de imagens em animação, até chegar ao problema do tráfico.

(Quebrando o Tabu – Brasil, 2011, 80 min.) propõe abrir um debate, sobre os diversos lados que estão envolvidos no polêmico tema das drogas. A idealização de fazer um documentário que abrangesse essa discussão partiu do jovem diretor, Fernando Grostein Andrade, de “Coração Vagabundo” (2009). “Quebrando o Tabu” foi filmado em oito países: Brasil, EUA, Colômbia, Argentina, Holanda, Portugal, França e Suíça.

O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso é acompanhado por uma câmera, em diversas cidades do mundo onde o problema das drogas é recorrente, como Rio de Janeiro, São Paulo, Bogotá, Washington, Los Angeles, Amsterdam, entre outras.

O documentário apresenta entrevistas com pessoas que tiveram experiências relacionadas ao assunto abordado, que vão desde usuários até ex-chefes de Estado. Bill Clinton, Jimmy Carter, Ruth Dreiffus, Paulo Coelho, Drauzio Varella, Ethan Nadelmann, Gael Garcia Bernal, são alguns dos entrevistados do filme. FHC vai até as escolas conversar com alunos. Eles levantam questionamentos sobre os critérios de controle da atual política antidrogas e alguns alunos apresentam novos caminhos a fim de tentar melhorar essa política.

O filme acerta na escolha estética de inserir entre algumas entrevistas, elementos que não cansam o espectador, como a animação e a forma que são colocadas as informações no GC (gerador de caracteres).

“Quebrando o Tabu” é um longa-metragem com diversas informações sobre o histórico relacionado ao assunto drogas, principalmente em outros países pela relevância dos entrevistados, graças aos contatos internacionais de FHC. Mas o filme deixa a desejar pela maneira embrionária e superficial referente à sua proposta, no sentido de quebrar tabu e debater o tema. Ou seja, o documentário não debate, apenas apresenta. Podemos traçar um paralelo com os documentários “Encontro com Milton Santos” (2007), “Utopia e Barbárie” (2010), “Tancredo, A Travessia” (2010) de Silvio Tendler, que diferentemente de Fernando Grostein Andrade, vai mais a fundo nos temos abordados nos filmes.

Crítica publicada no site Almanaque Virtual:
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=27078&tipo=2&cot=1
Crítica publicada no iG:
http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Cultura_Diversao+10433030.html

+ Trailer do filme +

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Lançamento do DVD: Utopia e Barbárie

Blogindica – Por Sergio Batisteli

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Silvio Tendler

19 anos bem vividos

Após 19 anos, a geração bastarda que sonhava com glórias e liberdade chega às telas. A partir da visão marxista, ou seja, um vasto conceito filosófico, que se baseia profundamente na ideia do homem como um ser social histórico, que possui a habilidade de trabalhar e desenvolver a produtividade do trabalho. Assim, o homem tem a possibilidade de progredir e ampliar suas potencialidades humanas.

(Utopia e Barbárie – Brasil, 2010) é o encontro do diretor Silvio Tendler consigo mesmo, após filmar o excelente longa-metragem “Encontro com Milton Santos” (2007). Tendler nos apresenta a história, pelo seu ponto de vista dos últimos 50 anos do século XX. Contextualiza as guerras, as revoluções, suas utopias e as barbáries.

O documentário traz uma linguagem fílmica que não estamos acostumados a ver no cinema comercial, como a distorção de som e imagens. Recurso que ajuda o espectador, captar a sensação de estar vendo uma forma diferente à história recente da humanidade. Nessas quase duas décadas “Utopia e Barbárie” passou por 15 países, dentre eles França, Cuba, Brasil, Vietnã e EUA. O filme é narrado em primeira pessoa nas vozes de Chico Diaz, Letícia Spiller e Amir Haddad. Os entrevistados são influentes personagens (militares, dramaturgos, jornalistas, políticos, escritores, sobreviventes de guerra etc.) Um importante detalhe não foi deixado de lado no documentário, que é a repetição dos caracteres dos nomes dos entrevistados. Afinal, com os depoimentos com mais de 50 pessoas, fica difícil de lembrarmos os nomes de todos eles.

Silvio Tendler utiliza vários trechos de filmes para ilustrar diversas revoluções, por exemplo, “Roma Cidade Aberta” (1945) de Roberto Rossellini. “Campesinos” (1970-1975), Colômbia, de Marta Rodriguez e Jorge Silva. Documentário que trata da forma de como os grandes proprietários de terra impõe a sua cultura e os conflitos em ocupações de terras, sobre os índios e camponeses. “Camilo torres”, de Bruno Muel e J.P. Sergent, sobre o padre católico e guerrilheiro colombiano. “The Black Panther Newsreel” 1967, EUA, trata de registros históricos com entrevistas, audiências públicas e depoimentos de integrantes do grupo revolucionário Panteras Negras. “A Batalha de Argel” (1965) narra a luta pela independência da Argélia, que põe em combate o exército francês e a Frente de Libertação, dirigido por Gillo Pontecorvo. Talvez o mais impactante, por ser um trecho longo usado no documentário, “Setembro Chileno” contra a tomada do poder pelo general Pinochet. Obra de Bruno Muel diretor, fotógrafo e jornalista. Tais filmes foram escolhidos a dedo, para representar através de outras obras cinematográficas os ideais, sentimentos e pensamentos de uma geração. O longa-metragem mostra que a utopia existe e paga-se um preço muito caro por isso.

Silvio Tendler conta a relação direta dos EUA, com as ditaduras sul-americanas. Registros em áudio nos são apresentados com as vozes dos principais políticos, que na época defendiam a ditadura militar no Brasil e que ainda influenciam a opinião pública.
Nos anos 2000, Tendler exibe incríveis personagens em viagens feitas ao oriente. Segundo o documentário, vivemos atualmente numa distopia, isto é, o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo está baseado numa ficção, no qual o valor representa a antítese da utopia, que tem como significado mais comum a ideia de civilização ideal, imaginária, fantástica. Para se formar uma nova ideologia que não aceita o imperialismo.

“Utopia e Barbárie” é uma aula de história e segue como indicação para professores que se preocupam em ensinar fora da classe, preocupados em mostrar outras formas de conhecimento. Essa obra é o que se costuma chamar dentro do jornalismo de “grande reportagem”, onde podemos ler em revistas como Brasileiros, Caros Amigos, Piauí etc.

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Utopia e Barbárie
Disponível em DVD
Gênero: Documentário
Distribuição: Caliban Produções Cinematográficas
Duração: 120 minutos
Idiomas: Português
Áudio: Dolby Digital 2.0
Preço médio: R$46,90

Extras:
- Menu Interativo
- Seleção de Cenas

Crítica publicada no portal Livraria Cultura:
http://www.culturanews.com.br/culturaminhacasadetalhe.aspx?textoid=381
Crítica publicada no Blog 2001 Vídeo Locadora:
http://2001video.empresarial.ws/blog/?p=1282
Crítica publicada no iG:
http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Cultura_Diversao+10424483.html

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As doze obviedades

Por Sergio Batisteli – direto da redação

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No céu um homem de terno (Paulo Betti), diz “Não, ainda não chegou a hora dele”. Este homem vai até a casa da pessoa que “ainda não foi chegada a hora”, Herculano Fontes (Leonardo Brício) e apresenta-se como o Destino. Herculano é um famoso astrólogo e está em um momento de incertezas na vida. O Destino passa uma missão para o astrólogo. Entrevistar 12 atrizes para a nova novela da TV para qual, Herculano é contratado.

(As Doze Estrelas – Brasil, 2011, 99 min.) misticismo, simbologias e pitadas do sobrenatural permeiam a jornada do astrólogo nas entrevistas com as atrizes. A comédia astrológica é a ferramenta usada na busca de cada uma das atrizes, através das 12 personalidades, cada uma para um signo do zodíaco.

As características para basear-se nos argumentos usados nos signos (Áries, Touro, Gêmeos etc), são características disponíveis a venda, em qualquer revista sobre astrologia em uma banca mais próxima.

Luiz Alberto Pereira, de “Hans Staden” (1999) e “Tapete Vermelho” (2006), entre outros, é o diretor e roteirista que utiliza esse recurso no roteiro da comédia “As Doze Estrelas”. A obviedade astrológica cansa o espectador, que tem o mínimo de conhecimento do que dizem os astros.

O filme pode agradar aqueles que acreditam, ou prendem-se a astrologia, como uma espécie de constatação das personalidades das atrizes serem e fazerem aquilo que está escrito nas revistas, que tratam do assunto vendido nas esquinas.

A linguagem fílmica empregada por Luiz Alberto Pereira é uma linguagem televisiva e as imagens não transparecem cinema. O espectador também tem a sensação de assistir há vários comerciais de televisão. Exemplo disso é quando Herculano vai até o alto de uma das casas das atrizes de carro, mas a maneira como ele aparece filmado junto ao automóvel, reforça a sensação de vermos um comercial e não um longa-metragem.

Crítica publicada no site Almanaque Virtual:
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=26958&tipo=2&cot=1
Crítica publicada no iG:
http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Cultura_Diversao+10422484.html

+ Trailer do filme +

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